
Em tempos de mudanças drásticas, são os aprendizes que herdam o futuro. Os que já aprenderam se vêem preparados para viver em um mundo que não mais existe.
Eric Hoffer
Provocando, Aprendendo, Discutindo e Debatendo, para apoiar na revolução da educação que acontece frente à nova ordem social.



Deixe o video rolar. Não precisa de tradução ou legenda. Já assistimos esse filme muitas vezes. Basta voltarmos à nossa passagem pela escola - e mesmo nos dias atuais, ainda é a realidade. Mesmo que já tenham decorridos mais de 60 anos!!
E a Escola? Este é um argumento do tipo visual, e que ajuda a nos convencer a embarcar no projeto O Novo Aprendiz. O aluno é alguém novo, o professor tem que aprender para o novo, a Escola também deve aprender para o novo. Todos aprendendo. Por isso de uma postura sistêmica e geral de aprendiz.
Veja o que dá tentar ensinar, já naquele tempo era difícil. Imaginemos hoje!
Os alunos mudaram. São outras pessoas, nascidos debaixo do signo dos bits - os Nativos Digitais. Agora, partimos para uma ruptura com os métodos antigos ou estaremos num beco sem saída!

Baseado nos seus estudos das Cinco Mentes, Gardner apresenta seus pensamentos: 1) A nova mídia digital é plural: games, redes sociais, todas as formas de fontes de informação. 2) A Revolução Digital talvez venha a ser tão importante como os primórdios da escrita e da imprensa. Suas conclusões tem por base seu trabalho com entrevistas de: jovens, professores e psicólogos. 3) A coisa mais importante que temos a fazer é nos perguntar: que tipo de mente queremos criar nos jovens de hoje?
Will Wright por sua vez pergunta o que está em jogo na era digital. As crianças estão imersas nessas novas mídias, de tal forma que os pais tem muita dificuldade para entender. As comunicações assíncronas nos levam a novas técnicas de moderação, com novos padrões comunitários e regras para banir as pessoas de comunidades. Há uma metáfora com a biologia pois é debaixo pra cima, substituindo o de cima para baixo tipo de controle, fazendo um paralelo com o conjunto de regras da evolução.
Yowell enfatiza a crucial diferença entre os tipos de participação. Há aqueles focados na amizade e os focados no interesse – sendo que cada participação é distinta. Faz alusão ao trabalho de Mimi Ito. No foco da amizade as crianças trazem seus relacionamentos ‘offline’ e as formas de se comunicar no espaço ‘online’. Já as comunidades focadas no interesse as coisas funcionam de maneira distinta.
Gardner lança um desafio (eles chamam de Good Aspen Idea – ou a boa idéia de Aspen). Cada um de nós deve conhecer melhor como nossa mente opera - metacognição.
Com muito debate e discussão, entra John Seely Brown e coloca a importância do Mestre. “Não pode haver uma falsa dicotomia aqui. Há lugar para o professor aqui. Assim como para as multidões, para a mais recente novidade online, para o gaming, para o aprendizado entre pares. Não devemos ser exclusivistas para nenhum dos lados."



[Tudo isso] ... me levou a escrever, a ler, a fundar uma organização sem fins lucrativos, e pelos céus, tudo isso antes de ter chegado aos dezesseis anos. Comparando, meu tempo no ensino médio parece vazio, sem nada, um lugar circunscrito a se pegar o diploma ...
Creio que a primeira resposta é "não lhes dê nada". Essa relação de poder tem que ser abandonada.
A differentiated classroom offers a variety of learning options designed to tap into different readiness levels, interests, and learning profiles. In a differentiated class, the teacher uses (1) a variety of ways for students to explore curriculum content, (2) a variety of sense-making activities or processes through which students can come to understand and "own" information and ideas, and (3) a variety of options through which students can demonstrate or exhibit what they have learned.
A class is not differentiated when assignments are the same for all learners and the adjustments consist of varying the level of difficulty of questions for certain students, grading some students harder than others, or letting students who finish early play games for enrichment. It is not appropriate to have more advanced learners do extra math problems, extra book reports, or after completing their "regular" work be given extension assignments. Asking students to do more of what they already know is hollow. Asking them to do "the regular work, plus" inevitably seems punitive to them (Tomlinson, 1995a).

